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Relato – Tailândia, Laos e Camboja em 24 dias

Autor: Nós2 de Mochilão em 14 maio 2017
Tailândia, Laos e Camboja

Pessoal, esse é o relato detalhado do nosso roteiro pelo Sudeste Asiático. Passamos pela Tailândia, Laos e Camboja em 24 dias. Não era nosso roteiro inicial, mas acabamos mudando os planos no decorrer da viagem. Para ver o roteiro com a planilha de gastos clique aqui.

1º Dia – Saímos de Uberlândia em um voo até São Paulo pela Latam, chegamos no aeroporto de Congonhas e tivemos que pegar o transfer da Latam mesmo para o aeroporto de Guarulhos, de onde saiu nosso voo para Tailândia. De Guarulhos embarcamos pela Ethiopian Airlines rumo a Bangkok. No aeroporto não existe atendimento exclusivo da Ethiopian, são usados os guichês da Copa Airlines e o check in e despache abrem 3 horas antes do voo. Optamos por não despachar nossas bagagens, despachamos apenas uma mochila de ataque com alguns itens como desodorante e protetor solar em aerosol. O embarque foi super rápido e pela fila já notamos que o voo não seria muito tranquilo, pois os passageiros na maioria eram de um grupo de chineses inquietos e tagarelas rs.

A primeira impressão que tivemos dos funcionários da Ethiopian não foi das melhores e como se dizem, a primeira impressão é a que fica e foi confirmada também quando desembarcamos na África. Mas isso é assunto para outro post, onde contaremos quais foram nossas percepções voando pela Ethiopian Airlines.

Ah e em nenhum momento do embarque pediram o cartão de crédito em que foi comprada as passagens. Não sei se antigamente costumavam solicitar, mas lemos isso em vários relatos.

2º Dia – Praticamente, comendo, cochilando e vendo filmes o dia e a noite toda durante o voo.

3º Dia – Após 26 longas horas de voo chegamos em Bangkok, mortos sem dormir e com dores no corpo, pois o avião não era muito confortável para uma longa viagem rs.

Desembarcamos no aeroporto internacional de Suvarnabhumi e que aeroporto, enorme e tudo novinho. Já fomos logo para fila do controle de saúde “Health Control”, para apresentarmos o certificado Internacional de Vacinação, comprovante da vacina contra febre amarela. Isso é importantíssimo, pois se você for direto para imigração, eles farão você voltar ao “Health Control“.

A imigração foi super tranquila e apesar da fila gigantesca foi bem rápida e não nos questionaram quantos dias ficaríamos na Tailândia e também não pediram endereço de onde ficaríamos hospedados.

Trocamos $10 dólares dentro do aeroporto e a cotação estava bem abaixo dos outros locais de câmbio na saída dele.

Buscamos nossa pequena mochila e fomos comprar um chip de internet. Passamos por várias lojas que vendem planos para 10, 20 e 30 dias. Mas a que escolhemos foi uma que fica logo na saída do aeroporto para o metrô, sem dúvidas o melhor preço. E nesse local também estavam as casas de câmbios com valores melhores do que os de dentro do aeroporto.


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Pegamos o metrô até a última estação, de onde continuamos de taxi até nosso Hotel. Andar de metrô foi super tranquilo, sem erro e também foi bem seguro.

A noite fomos conhecer a agitadíssima Khao San Road, a rua oficial dos mochileiros em Bangkok.

4º Dia – Esse dia foi de passeios pelos templos de Bangkok em baixo de um calor de 40 graus com sensação térmica de 50°. Sério mesmo gente vão com roupas bem leves e mulheres não podem esquecer de tapar as pernas e ombros e não vale tecidos transparentes.

Do hotel fomos caminhando pelas ruas até os principais templos e pudemos ver o respeito que os tailandeses possuem pelo falecido rei, até março, mês da nossa viagem as ruas ainda estavam repletas de homenagens póstumas.

O primeiro templo que paramos foi o Wat Phra Kaew ou Grand Palace e cá entre nós que templo bonito viu, enorme e também lotado de gente. Pensa em uma multidão, agora multiplica por dois, pronto taí o resultado rs. O Grand Palace fica uns 15 minutos caminhando desde a Khao San e no caminho fomos abordados por pessoas que nos sorriam e perguntavam para onde iríamos e ao dizermos, eles simplesmente nos falavam que estava fechado e se ofereciam para levarmos em outros pontos turísticos da cidade. Como sabíamos que isso era bem comum e na verdade não passa de uma mentira para sermos coagidos a irmos em outros lugares, na maioria, lojas das quais ganham comissões, caímos fora logo.

Para entrar no Wat Phra paga-se o valor de 500,00 Bath. Compensa muito, pois é lindíssimo e apesar do mar de gente os detalhes são impressionantes e te fazem esquecer da multidão.

A segunda parada foi no Wat Pho, o templo do Buda reclinado, fomos caminhando também e foi super tranquilo chegar. Paga se 100,00 Bath e ganha uma garrafinha de água. O templo é surreal e mais vazio que o Grand Palace e dá para aproveitar bem mais. Saímos rumo ao terceiro templo e no caminho paramos para almoçar. Optamos por comida típica e estava divinamente maravilhosa.

Seguimos então para o Wat Arun que fica do outro lado do rio Chao Phraya, fomos até o pier e pegamos o barco rumo ao templo por 8,00 Bath. Ao desembarcarmos já estávamos na entrada do Wat Arun e pagamos 50,00 Bath para entrar. Parte do templo estava interditada para reforma, mas mesmo assim não diminuiu a magia e o encanto do lugar. Na volta pegamos o pôr do sol no barco com o lindo reflexo em Chao Phraya.

A noite mais uma vez fomos para a agitada Khao San e Rambuttri, curtir e tomar os famosos smoothies de frutas.

5º Dia – Fomos para o norte do país em um voo da Air Asia até Chiag Rai, visitar o templo branco. O aeroporto é bem afastado da cidade, tivemos que pegar um taxi (única opção para sair do aeroporto) e fomos direto para o templo onde guardaram nossas mochilas sem cobrar nadinha e na maior segurança. Com certeza é o mais louco de toda Tailândia e vale muito a pena conhecer. Vamos preparar um post todinho sobre o White Temple.

No final da tarde pegamos um ônibus e descemos para Chiang Mai a cidade mais espiritual da Tailândia. A viagem durou cerca de 4h e foi bem tranquila apesar da estrada ser cheia de curvas.

Chegando em Chiang Mai demos uma volta pela cidade, passando pelos inúmeros mercados a céu aberto e fomos para o Hotel.

6º Dia – Fomos para o Art in Paradise e ficamos a manhã inteira nos divertido nesse museu. Quem tiver mais tempo em Chiang Mai não deixe de visitar, mas não vá sozinho, pois as fotos só ficam bacanas quando alguém tira de você, tudo lá é em 3D.

Almoçamos em um restaurante próximo ao Paradise e depois fomos para o Wat Phra That, o templo da montanha, que tem esse nome exatamente por estar localizado no alto de uma montanha, sendo necessário subir mais de 300 degraus para chegar até ele. Fomos de Red Car, uma espécie de táxi só que mais barato, que nada mais é do que uma camionete adaptada com bancos e tento na carroceria. O templo é lindo e tudo nele remete a uma paz enorme. Com certeza foi o que mais gostamos de visitar.

A noite fomos conhecer o Night Market, ótimo lugar para compras e para negociar. Como tudo na Tailândia, sempre ofereça um preço bem abaixo do que te passaram e assim chegarem em uma ótima negociação rs.

7º Dia – Um dos dias mais esperados chegou e finalmente fomos cuidar de elefantes. Que doçura esses “serumaninhos”. Pesquisamos muito antes de fechar o passeio, pois queríamos um lugar onde não maltratavam os animais e optamos pelo Elephant Sanctuary e foi uma ótima escolha. Lá não pode subir nos elefantes e também os bichinhos não ficam acorrentados. O dia foi super divertido, alimentamos, fomos para o spa (que nada mais é que um monte de lama) e após demos banho nos elefantes. Contaremos todos os detalhes em um post específico, pois com certeza esses lindos merecem um texto só para eles.

A noite andamos pela cidade e fomos ao mercado.

8º Dia – Esse dia não estava destinado a Chiang Mai, mas por motivo de força maior (os perrengues das viagens), acabamos ficando mais um dia na cidade e aproveitamos para fazer um city tour a pé e descobrimos um milhão de lugares incríveis incluindo as centenas de templos. Fomos em quase todos que o cansaço e o calor nos permitiu. Cada um com uma história e uma característica, sem dúvidas Chiang Mai é um lugar incrível. A vontade que tivemos foi de continuar ali por mais tempo e entendemos porque muitos nômades digitais fazem de Chiang Mai sua casa temporariamente.

A noite saímos para comer e conhecermos alguns bares.

9º Dia – Saímos cedo rumo ao Laos e foi uma viagem terrível. Pegamos um ônibus de Chiang Mai até Luang Prabang. Sério mesmo, agora que passou a gente ri, mas a viagem foi caótica, sabe aquilo de colar mais gente do que realmente cabe dentro do ônibus, pois é tinha gente sentada pelo corredor e até peixe viajando conosco. Foram 19 longas e difíceis horas de viagem, mas entrar pelo país por terra foi mais tranquilo que imaginávamos. Pagamos o visto e trocamos um pouco de dinheiro, pois iríamos chegar na madrugada em Luang Prabang.

10º Dia – Por volta das 3 horas da matina chegamos estilo The Walking Dead e fomos na traseira de uma camionete para o hostel às margens do rio Mekong.

Ao acordarmos nos deparamos com a vista incrível dos pequenos monges (crianças) brincando nas correntezas do rio.

Fomos caminhando até o centro da cidade, trocamos alguns dólares e alugamos nosso possante (uma motinha) que nos levaria para diversas aventuras na cidade e fora dela rs.

Apesar da mão ser como a nossa, o trânsito é todo bagunçado e em cada esquina é uma emoção.

Aproveitamos para conhecer toda a cidade e no final da tarde fomos ao Monte Phousi um dos templos mais lindos de Luang Prabang e que nos prestigiou um lindo pôr do sol.

A noite fomos ao Night Market e ficamos de cara em como os comerciantes jogam um preço elevado na mercadoria e como é desgastante negociar com eles.

11º Dia – Acordamos bem cedinho e fomos no nosso possante até o complexo de cachoeiras de Kwang Si Falls, cerca de 40 Km de Luang Prabang. Fomos sozinhos e foi super tranquilo chegar, a rodovia não é muito movimentada e nem perigosa.

Chegamos e encontramos as Cachus só para nós, super vazio, então já deixamos a dica aqui, vá bem cedo antes dos tours chegarem por volta das 10 da manhã.

Sabem aqueles fundo de telas do Windows, então estivemos em um. A água é turquesa e apesar de ser super gelada é convidativa para um banho revigorante.

Aproveitamos para fazer uma trilha até o alto da cachoeira principal, a subida não foi muito fácil, mas compensou muito ao chegarmos e encontramos fish spa natural e um super balanço para descansarmos.

Ao descermos, tomamos um banho na cachu e antes de irmos embora, na saída do parque paramos para apreciar os ursos que foram resgatados de maus tratos.

A tarde aproveitamos para andar de moto pela cidade, e curtir um pôr do sol às margens do rio no estilo romântico.

A noite fomos jantar no Nigth Market e passear pela cidade.

12º Dia – Acordamos às 5:30 da manhã para vermos a ronda das almas na rua principal de Luang Prabang. Incrível, os monges vivem de doações, inclusive a comida que eles comem durante todo o dia são aquelas que ganham na ronda das almas.  É um ritual que acontece todos os dias antes das 6:30 da manhã e com certeza vale muito a pena acordar mais cedo para participar ou admirar.

Após o almoço pegamos um voo para nosso próximo destino, Camboja.

Gente como esperamos esse dia chegar viu, estávamos tão animados de ir pro Camboja, não só pelos templos e cultura mas por toda a história de superação desse país.

Voamos pela Vietnam Airlines num voo que durou 1h30 minutos. Chegamos em Siem Reap e já nos encantamos antes mesmo de desembarcarmos.

Optamos por tirar o visto no aeroporto e foi bem tranquilo e organizado (contamos tudo em um post sobre o Camboja). Pegamos um tuk tuk fora do aeroporto e fomos para nosso Hotel. A cidade é bem simples mas de um encanto enorme. As pessoas são super hospitaleiras e sorridentes.

A tarde andamos pela cidade e a noite fomos à Pub Street, rua cheia de bares e animação.

13º Dia – Mais um dia madrugamos, dessa vez às 3 horas da manhã, para fazermos o circuito pequeno dos templos de Angkor e vermos o nascer do sol no templo principal Angkor Wat.

Saímos para comprar as entradas nesse mesmo dia antes de irmos para os templos. Você tem a opção de escolher 1 dia, 3 dias ou 7 dias, ficamos com o de 3 dias, apesar de fazermos apenas 2 dias de passeios.

Que maravilhoso, apesar da multidão de turistas que também fizeram o mesmo trajeto que nós, foi magnífico ver o dia nascer em frente ao lago refletindo o templo que é tão importante para o país, até estampa sua bandeira. Muito amor por esse dia, que apesar de cansativo foi incrível.

A noite saímos para jantar e curtir o Night Market.

O Camboja é o país mais barato que passamos, tivemos que nos segurar para não comprar nada, mas curtimos uma boa massagem nos pés.

14º Dia – Dia de fazer o circuito maior de visitação aos templos do complexo Angkor. Esse dia foi bem menos cansativo, apesar do calor desumano que estava fazendo. Sério, levem bastante água, se hidratem e usem roupas confortáveis e leves. Anda bastante e mesmo que em alguns momentos o tempo estava nublado o calor estava fortíssimo.

Optamos por fazer os dois dias de tuk tuk, mas existem outros meios, pode-se alugar uma bike mas não fomos tão animados, pois é preciso pedalar muito e o calor não estava ajudando ou pode alugar um carro com motorista (ar condicionado de boas para ajudar), mas não seria tão incrível como foi de tuk tuk. Fechamos o passeio por conta própria na rua para os dois dias. Contaremos depois como foi os dias nos templos de Angkor Wat.

A noite saímos para a Pub Street despedindo de Siem Reap e fizemos foot massage por $1,50 durante 1hora30 minutos. Avisamos que o Camboja é bem barato!

15º Dia – Depois de tanta andança em terras cambodianas, pegamos um voo rumo a Phuket e começou nossa incrível jornada pelas praias paradisíacas da Tailândia.

1 hora e 30 minutos de voo, depois mais 1 hora de van do aeroporto até o pier e mais 1 hora e meia de ferry até a ilha de Koh Phi Phi, ufa!

Caramba que viagem, que mar… já ficamos loucos dentro do ferry e ao chegar na ilha não foi diferente. Fomos logo para o hostel deixar as mochilas e voltamos correndo para a praia. E por falar em praia, mano de Deus que água é aquela? Cristalina e quentinha, impossível sair dela. E por lá ficamos até o anoitecer.

Voltamos pro hostel, tomamos um banho e saímos para jantar e após curtimos uma festa na agitadíssima praia de Koh Phi Phi. Porque se tem uma coisa que a ilha tem de sobra é agitação.

16º Dia – Acordamos no paraíso… essa é a definição da nossa primeira manhã em Phi Phi. Decidimos então nos aventurar pelas praias próximas. Alugamos um caique e remamos cerca de 20 minutos até Monkey Beach. Cara, que praia… a água é azul turquesa de doer os olhos, a temperatura é aquela agradabilíssima que só a Tailândia possui.  A dica é não alugue o caiaque por menos de 2 horas para ir lá, pois não dará tempo de aproveitar a ilha e provavelmente você irá gastar mais de 1 hora e irão te cobrar um multa absurda pelo atraso. Combine todos os preços antes (inclusive a possível hora adicional). Outra dica, passe bastante protetor solar no corpo todo e beba muita água, o calor é absurdo e remando em mar aberto nada te protege do sol.

A tarde fomos para Long Beach e para chegar até lá é necessário cruzar a ilha por uma trilha e alguns pedaços são descidas e subidas cheias de pedras. Mas como tudo na vida vale o perrengue a praia é praticamente deserta. Curtimos o pôr do sol e ao anoitecer voltamos para o centro de Phi Phi.

A noite saímos para jantar, comemos a pizza mais barata e gostosa da vida, em uma das inúmeras pizzarias fast food de Phi Phi.

17º Dia – Esse dia guardamos para um passeio incrivelmente foda. Saímos de barco por volta das 9 horas da manhã e ficamos o dia todo conhecendo diversas ilhas e praias. A primeira parada foi para mergulhar com tubarões no Shark Point, logo depois fomos para uma das ilhas mais lindas da redondeza a Bamboo Island, com suas águas verde esmeralda. Depois tivemos repeteco de Monkey Beach onde os macacos não são as únicas atrações e como tínhamos conhecido a praia no dia anterior, aproveitamos para ficar curtindo a água e os peixinhos. Em seguida partimos para o destino mais esperado de todos, Maya Bay, que não foi tão foda quanto esperávamos, pois chegamos no pico da visitação e a praia estava lotada, sério mesmo a praia é pequena e nós até agora não sabemos como coube tantas pessoas  e barcos nela. Mas mesmo assim foi incrível. O tempo nessa hora deu uma mudada, começou a ventar muito e quando passamos pela  Viking Cave pegamos um mar muito agitado, com grandes ondas e os gringos que também estavam no barco piraram de medo, pediram até para voltarmos a Koh Phi Phi. Por sorte e nossa insistência o barqueiro não voltou e pudemos curtir a Blue Lagoon um dos melhores mergulhos de Phi Phi. Depois fomos ainda a Samah Bay com águas cristalinas e o pôr do sol em alto mar. O passeio é bem cansativo mas compensa muito. Inclui café da manhã, almoço, água, fruta e muita diversão.

18º Dia – Acordamos mortos do dia anterior, mas acordamos motivados a irmos até o View Point, afinal era nosso último dia em Koh Phi Phi. E lá fomos nós, por uma trilha com uma subida um pouco cansativa, mas a vista compensou muito. Na ilha possui várias placas de como chegar ao View Point e é super tranquilo. Lá de cima dá para ver os dois lados da ilha é fantástico.

A tarde partimos para nosso próximo destino, Railay Beach. Pegamos um ferry e lá fomos nós até o porto de Krabi e depois pegamos um Long Tail Boat, aquele barco charmoso de madeira, até Railay Beach. A chegada em Railay é incrível, a praia é rodeada de montanhas e a água é super verde. Gastamos mais ou menos umas 2 horas de Phi Phi até lá.

Fomos direto para o hotel deixar as mochilas, optamos por ficar do lado west da praia. Nosso hotel era incrível, de um lado vista para o mar e do outro vista das montanhas.

Deixamos a mochila, tomamos um banho e logo depois fomos fazer o que mais gostamos, bater perna e conhecer o outro lado da praia. Para isso pegamos uma trilha e em apenas 10 minutinhos chegamos.

Ficamos na praia a tarde toda, saímos do mar só quando começou a escurecer. A noite fomos caminhando até Ton Sai, a praia dos escaladores. Foi sinistro fazer isso a noite, porque precisamos atravessar por uma trilha entre as pedras.

19º Dia – De manhã fechamos um passeio no hotel mesmo e depois fomos até Phra Nang Beach por uma trilha repleta de árvores, cavernas e macacos. Ao chegarmos entendemos porque Railay é considerada a praia mais linda da Tailândia. Nessa praia tem paredões de pedras, onde pode escalar. Muito famosa é procurada por escaladores do mundo todo. Para quem curte esse tipo de esporte pode ir sem medo que não tem como se arrepender. Nessa praia também fica a Phra Nang Cave, a caverna misteriosa da deusa da fertilidade que é cheia de pênis, de todas as cores, materiais e tamanhos.

A tarde e depois de pesquisarmos muito, optamos por um passeio onde pudéssemos mergulhar com os planktons. Isso era algo que estava na lista de coisas para se fazer antes de morrer. E estávamos muito animados. Além de tudo, iríamos conhecer as ilhas mais paradisíacas da região.

Saímos às 14h do pier de Railay e foi a decisão mais bem tomada, pois pegamos as ilhas praticamente vazias. A primeira  parada foi em Si Island e Tup Island as ilhas que são interligadas por uma faixa de área no mar que dá para ir caminhando de uma para outra. Depois fomos para a queridíssima Poda, essa sim tinha o cenário paradisíaco e água turquesa, nos divertimos muito por lá. Logo depois fomos para Taming Island e fizemos o mergulho mais lindo de todos. Pela milésima vez não tivemos vontade de sair da água para voltarmos ao barco.  O pôr do sol incrível que tivemos foi na Chicken Island a ilha em formato de galinha, super cool. Passamos na Phra Nang Cave (de novo) e logo depois tivemos um desagradável momento. O guia do barco deu a louca e disse que tinha sumido um snorkel e ficamos parados em alto mar enquanto ele dava piti e dizia que se não devolvessem o tal snorkel, não íamos continuar o passeio e nem voltar para Railay. Puta merda, todo mundo do barco ficou louco com a desconfiança do guia. Um dos caras que estavam em um grupo de australianos (os que estavam sendo acusados de sumir/roubar o snorkel) começou a brigar feio com o guia e quase saíram aos tapas. O guia queria porque queria, que os australianos pagassem um determinado valor pelo skorkel.

Estávamos tão pirados com o mergulho com os planktons, que a vontade que tínhamos era de matar o guia fanfarrão. E cá entre nós, chegamos a conclusão que esse episódio faz parte de um possível golpe para tirar dinheiro dos turistas. Pois, sempre que o guia entregava o snorkel para alguém ele marcava o nome da pessoa e ao recolher riscava, então se ficou faltando um, era só conferir no caderninho. Depois de uns 40 minutos de discussão, enfim seguimos o passeio, já de noite, então era a hora mais esperada de todas, mergulhar com os planktons. Caraca, que sensação louca. Mergulhar a noite e com os planktons brilhando entre seu corpo é a sensação mais surreal. Pena que é pouco tempo de mergulho. Mas não deixem de fazer isso em Railay. O passeio tinha incluso frutas, água e o jantar. Então quando chegamos em Railay, já quase às 21 horas, fomos direto para o restaurante onde serviriam o Barbecue (churrascão de legumes, frango, porco e camarão). E depois fomos tomar uma cervejinha no bar mais famoso e agitado da praia, o The Last bar. Música ao vivo de boa qualidade e até um ringue de muay thai.

20º Dia – Dia com a manhã super sussa só curtimos a  praia e na hora do almoço fomos para Ao Nang. Pegamos um taxi boat e em 15 minutos chegamos.

A primeira impressão que tivemos ao chegar é que era a praia mais feia da Tailândia. Logo Ao Nang que é uma das mais famosas e sempre recebe muitos turistas, mas depois de termos visto tanta coisa linda, pareceu sim um pouco feia. Mas também chegamos com o tempo nublado e com fome rs.

Depois de comermos tivemos a segunda impressão do lugar e foi que Ao Nang é uma praia perfeita, toda azulzinha e extensa, com um paredão de pedras do seu lado esquerdo. E depois de 1 hora por lá, já não queríamos mais ir embora rs.

Deixamos as mochilas no hotel e voltamos para praia, ficamos a tarde toda e vimos o pôr do sol mais lindo da viagem. Mano de Deus, não tem noção a cor do céu no momento do sol se pôr. Rendeu várias fotos legais, inclusive vimos vários fotógrafos profissionais na praia registrando esse momento.

Depois fomos pro hotel que era do lado da praia, chegamos loucos para tomar banho e tirar todo sal que uma tarde inteira no mar nos proporcionou. Eis que tivemos a desagradável surpresa de que o hotel estava sem água. Gente, perrengues em viagens existem e estamos preparados, mas ficar sem banho e com os cabelos duros de sal a noite toda e sei lá até quando, não estavam nos nossos planos. Procuramos a recepção para verificarmos se a água voltaria, mas para nossa segunda surpresa, não tinha ninguém.  Dá para imaginar que no hotel só tinham os hospedes? Sério, todo mundo sumiu e ficamos esperando mais de 2 horas e ninguém voltou. Mas mineiro sempre dá um jeitinho né, e fomos tomar banho de mangueira no banheiro de um restaurante. Não foi o melhor banho da vida, mas era o que tinha, então foi fantástico rs.

Depois do banho tomado, esperamos mais um pouquinho e surgiu uma muçulmana na recepção que nos deu duas garrafinhas de água potável para nossa higiene da noite. Enlouquecemos com isso e decidimos irmos embora, procurar outro hotel. E lá fomos nós, com as mochilas pelas ruas de Ao Nang e sabe o que aconteceu, encontramos um lugar bem melhor, bem maior, pelo mesmo preço e com água.

Depois do estresse, fomos caminhar pela orla e passar por alguns bares e lojinhas de souvenir.

21º Dia – Segundo dia em Ao Nang foi tranquilão, tiramos o dia para ficarmos de boa na praia. Encontramos um lugarzinho super vazio e por lá ficamos até a noite. Gente não existe nada melhor do que não fazer nada na praia com aquela imensidão azul diante de nossos olhos.

Depois do pôr do sol, fomos pro hotel, tomamos banho e sebo nas canelas, saímos para bater pernas pelas ruas da cidade. Encontramos uma Watsons e foi diversão garantida. Watsons para quem não sabe é uma loja que tem de tudo. É uma rede de Hong Kong mas que tem lojas em vários países, principalmente na Ásia.

Depois fomos comer e passar por alguns bares. E antes de chegar no hotel já quase meia noite ainda fomos fazer uma massagem Tailandesa 😊

22º Dia – Manhã de sol, praia e coração apertado porque a tarde daríamos adeus a Ao Nang e voltaríamos para Bangkok.

A tarde pegamos uma van até o aeroporto de Krabi, cerca de 1 hora de viagem e embarcamos novamente para a capital mais louca da Ásia.

Ao chegar em Bangkok optamos ir de taxi até o hotel na Rambuttri. No aeroporto Don Mueang mesmo pegamos o taxi (não tem metrô) e foi super bacana, pois foi rápido e seguro. O ruim é que do aeroporto até onde ficaríamos tinham dois pedágios e quem paga é o passageiro, ou seja, além da corrida, pagamos os pedágios também, mas mesmo assim ficou super barato R$50,00 para duas pessoas.

A noite fomos para a louca Kao San Road, tomamos smoothies, comemos e nos divertimos. Fizemos a melhor massagem de todas e depois fomos descansar no hotel.

23° Dia – Dia de pular cedo da cama e ir conhecer os shoppings de Bangkok e perder a cabeça em um específico, o MBK. Esse dia fomos mochileiros nutella e compramos feito loucos, precisamos até de outra mochila, aproveitamos que era o último destino da Ásia e não precisaríamos mais viajar com bagagem de até 7Kg. Compramos headfone, cosméticos (Nathi), roupas, lentes para selfie, magic mouse e até um iPhone rs.  Sem contar as guloseimas…

A noite batemos pernas pela Rambuttri e Kao San Road. Curtimos os últimos momentos da Ásia. Nem precisamos dizer que já estava batendo a deprê né?!

24º Dia – Dia da despedida. Saímos de madrugada com o coração na mão e já sentindo saudades do sudeste asiático, fomos rumo a Africa.


É isso pessoal, esperamos que tenham gostado do nosso relato e já sabem, qualquer dúvida podem entram em contato conosco pelos comentários, instagram e facebook. Em breve sairão os posts de cada lugar que passamos. Com a mochila nas costas e os pés no infinito!!

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  • Marcel Luiz Arantes

    Oi pessoal, fiz um roteiro muito parecido com o de vocês!! Vou agora dia 16/11 e a única diferença é que tenho 3 dias a mais no sudeste asiático e 3 dias na volta de stop em Dubai. Tenho algumas dúvidas, será que poderiam me ajudar?

    – Na questão do câmbio, vocês levaram a quantidade total que tinham em dólares já do Brasil, e foram trocando aos poucos por THB nas cidades que passaram?

    – A viagem de Chiang Mai a Luang Prabang é terrível mesmo de ônibus?
    Minha esposa não quer ficar 2 dias em um barco no rio e eu não queria morrer com R$ 500 p/ pessoa da passagem aérea, mas to vendo que não vai ter muito jeito!!!

    – Na planilha que baixei de vocês (ótima por sinal!!!), na parte de hospedagem tem um campo Preferencia, o que significa ? Todos os hotéis da planilha vocês recomendam?

    – Como meu roteiro é muito parecido com o de vocês, vocês teriam alguma recomendação onde gastar esses 3 dias a mais que tenho?? Acho que 1 eu vou para Ayutthaya nos arredores de Bangkok.

    Muito obrigado e sucesso a vocês!!
    Abs

  • Olá Marcel! Já ta chegando sua trip, você irá se apaixonar pelo Sudeste Asiático.
    Seu roteiro terá uns dias a mais para aproveitar e isso é muito bom.
    Respondendo seus questionamentos:

    – Levamos tudo em dólares e em espécie e logo na chegada em Bangkok no aeroporto mesmo trocamos um pouco para chegarmos até o Hotel. Recomendamos que troque nas casas de câmbio na saída do aeroporto para o metrô, a cotação é bem melhor. Inclusive nesse mesmo local de saída para o metrô você encontra alguns locais que vendem chip de internet. Compensa muito, pega em toda Tailândia e ficamos assustados em como a internet é boa e rápida ($G direto até nas ilhas). Levamos cartão de crédito para alguma emergência, mas não precisamos utilizar.

    – Olha, a nossa viagem foi ruim, pq perdemos o ônibus que saia à noite (tivemos um perrengue e não conseguimos chegar a tempo na rodoviária) tínhamos comprado essa passagem antes de viajar para a Ásia, pela net (o link está na planilha de gastos) e o ônibus é super banaca, e lemos vários relatos positivos. Porém, tivemos que pegar outro ônibus (bem inferior) dois dias depois, de manhã, saindo as 9h. Foram umas 19 horas de ônibus, parando no caminho para pegar passageiros, e enchendo o ônibus, pessoas sentadas até no chão (só locais mesmo, poucos turistas). Foi péssima? Agora que passou nem tanto, mas o que tornou ruim a viagem é que estava bem fedido o ônibus, uma mistura de cheiro de peixe (sim o motorista parou no meio do nada para comprar peixes, parecia um cacho de banana só que de peixes kkkkkk), falta de ar condicionado (em alguns momentos desligavam) e também a comida dos passageiros, como se fosse um peixe cru, já guardado muito tempo. Mas olha recomendamos pegar o ônibus que sai á noite, pega o link do site na planilha, economiza na passagem de avião e uma noite em hotel.

    – Todas as hospedagens que colocamos recomendamos, por serem boas e bem localizadas. A questão de preferência SIM ou NÃO na verdade é em quais nos hospedamos. E aqui vai uma dica: em Bangkok opte por ficar no Sawasdee House ele é tão bom quanto o Rambuttri House só que bem mais em conta. Tem um restaurante embaixo e fica na rua mais charmosa e paralela à khao san road. Quando chegamos ficamos no Four Sons Place, que não é ruim, mas indicamos ficar somente no Sawasdee 🙂

    – Conhecer Ayutthaya é uma boa e é bem perto de Bangkok em um dia vocês conseguem ir. Recomendamos ficar um dia a mais em Koh Phi Phi (apesar de agitada é encantadora) e também um dia a mais em Railay Beach (não é atoa que essa é a praia considerada mais bonita do mundo).

    Se forem fazer algum passeio em Chiang Mai que envolva animais (principalmente elefantes), não deixem de ler nosso último post sobre Turismo Consciente).

    Sei que vocês não perguntaram sobre o Camboja, mas fica aqui uma dica: Façam muita massagem (as massagens lá são bem iguais as da Tailândia), aproveitem pq lá é tudo muitooooo barato. Nosso arrependimento foi não ter feito mais coisas por lá rs.

    Boa trip para vocês!! Qualquer dúvida pode nos chamar por aqui, pelo face ou pelo instagram, estamos à disposição para compartilharmos tudo com vocês.

  • Olá Marcel! Já ta chegando sua trip, você irá se apaixonar pelo Sudeste Asiático.
    Seu roteiro terá uns dias a mais para aproveitar e isso é muito bom.
    Respondendo seus questionamentos:

    – Levamos tudo em dólares e em espécie e logo na chegada em Bangkok no aeroporto mesmo trocamos um pouco para chegarmos até o Hotel. Recomendamos que troque nas casas de câmbio na saída do aeroporto para o metrô, a cotação é bem melhor. Inclusive nesse mesmo local de saída para o metrô você encontra alguns locais que vendem chip de internet. Compensa muito, pega em toda Tailândia e ficamos assustados em como a internet é boa e rápida ($G direto até nas ilhas). Levamos cartão de crédito para alguma emergência, mas não precisamos utilizar.

    – Olha, a nossa viagem foi ruim, pq perdemos o ônibus que saia à noite (tivemos um perrengue e não conseguimos chegar a tempo na rodoviária) tínhamos comprado essa passagem antes de viajar para a Ásia, pela net (o link está na planilha de gastos) e o ônibus é super banaca, e lemos vários relatos positivos. Porém, tivemos que pegar outro ônibus (bem inferior) dois dias depois, de manhã, saindo as 9h. Foram umas 19 horas de ônibus, parando no caminho para pegar passageiros, e enchendo o ônibus, pessoas sentadas até no chão (só locais mesmo, poucos turistas). Foi péssima? Agora que passou nem tanto, mas o que tornou ruim a viagem é que estava bem fedido o ônibus, uma mistura de cheiro de peixe (sim o motorista parou no meio do nada para comprar peixes, parecia um cacho de banana só que de peixes kkkkkk), falta de ar condicionado (em alguns momentos desligavam) e também a comida dos passageiros, como se fosse um peixe cru, já guardado muito tempo. Mas olha recomendamos pegar o ônibus que sai á noite, pega o link do site na planilha, economiza na passagem de avião e uma noite em hotel.

    – Todas as hospedagens que colocamos recomendamos, por serem boas e bem localizadas. A questão de preferência SIM ou NÃO na verdade é em quais nos hospedamos. E aqui vai uma dica: em Bangkok opte por ficar no Sawasdee House ele é tão bom quanto o Rambuttri House só que bem mais em conta. Tem um restaurante embaixo e fica na rua mais charmosa e paralela à khao san road. Quando chegamos ficamos no Four Sons Place, que não é ruim, mas indicamos ficar somente no Sawasdee 🙂

    – Conhecer Ayutthaya é uma boa e é bem perto de Bangkok em um dia vocês conseguem ir. Recomendamos ficar um dia a mais em Koh Phi Phi (apesar de agitada é encantadora) e também um dia a mais em Railay Beach (não é atoa que essa é a praia considerada mais bonita do mundo).

    Se forem fazer algum passeio em Chiang Mai que envolva animais (principalmente elefantes), não deixem de ler nosso último post sobre Turismo Consciente).

    Sei que vocês não perguntaram sobre o Camboja, mas fica aqui uma dica: Façam muita massagem (as massagens lá são bem iguais as da Tailândia), aproveitem pq lá é tudo muitooooo barato. Nosso arrependimento foi não ter feito mais coisas por lá rs.

    Boa trip para vocês!! Qualquer dúvida pode nos chamar por aqui, pelo face ou pelo instagram, estamos à disposição para compartilharmos tudo com vocês.

  • Marcel Luiz Arantes

    Olá queridos! Muito obrigado pelas respostas!!
    Desculpe a ignorância, mas procurei na planilha A e B e não achei o link para a empresa de ônibus!

    Aproveitando, vocês curtiram o roteiro executado ou acham que vale a pena passar por Vang Vieng. Fica bem mais cansativa pela distancia né?

    Esse do elefante iremos fazer, tem o passeio de meio dia e de dia inteiro, vale ficar o dia inteiro?

    Quanto ao Camboja, iremos ficar 3 noites também! E lá anda-se muito pelo que leio a respeito. E to pensando em ficar 1 dos dias a mais sobrando em Chiang Mai ou SIem Reap pelo valor da hospedagem, Phi Phi está me parecendo os preços bem mais inflacionados, principalmente pela alta temporada chegando =/
    Falando em Phi Phi, vejo um pessoal indicando para ficar em Krabi ao invés de Phucket, to pensando no meu voo do Camboja descer em Krabi.

    Ah mais uma duvida, as passagens aéreas vocês compraram direto no site das Cias, pagando em USD com iof? Ou nesses buscadores tipo Kiwi?

    Se preferirem chamo vcs no face pra não ficar entulhando aqui de comentários.

    Obrigado pelo help!
    Marcel

  • Olá Marcel… compramos a passagem antecipada no https://12go.asia/en de chiang mai para nongkai, pois iríamos pasar por vienciana e vang vieng… (esse era o plano inicial)
    Sim em phi phi é um pouco mais caro, mas em nossa visão compensa demais… sobre a chegada também viemos do camboja para krabi… e já fomos diretamente para phi phi…
    As áreas compramos diretamente pelos sites da empresas mesmo…
    Pode chamar onde quiser meu amigo!

    Queremso que voce tenha uma ótima experiência na Ásia.

  • Marcel Luiz Arantes

    Tenho 4 e 1/2 dias em Railay, e 5 e 1/2 em Koh Phi Phi.
    Não é muito em Railay? Vale a pena, ou divido em outro lugar? To com receio de ir para o outro lado (koh samui) pois me parece que é época de monções.

    Uma outra duvida, vocês levavam todo o dinheiro com vocês nos passeios ou deixavam no hotel mesmo?
    Isso me preocupa um pouco!! Pois a maior parte dos passeios é aquático, rsrsrs

    Obrigado pela força pessoal!!!
    Grande abraço!!

  • Compensa ficar esses dias em Railay e Phi Phi, pois descansa da correria dos dias anteriores… No Camboja como vc mesmo destacou, anda muito é bem cansativo. Railay é um paraíso e se ficar por último no roteiro da para passar um dia em Ao Nang é super legal a estrutura por lá, encontra-se de tudo e os valores são bem mais em conta do que em Railay. Pertinho de Railay também tem a Ton Say (essa dá para ir caminhando ou de Caiaque). Aproveita para conhecer as ilhas próximas, através dos passeios. Tem a Koh Poda que é foda demais rs, muito bonita. E um segredinho, se quiser mergulhar com os planktons basta ir até a praia Phra Nang Beach, dá pra ir caminhando super de boa à noite. Alugue ou compre um snorkel e seja feliz. Pagamos super caro em um passeio de alguns minutos de mergulho com os Planktons, quando chegamos reconhecemos a praia e quase infartamos rs.
    Também ficamos tentados a ir em Koh Samui, mas ficaria muito corrido, já que o tempo de deslocamento é grande por ônibus e ferry, e mesmo de avião passaríamos em bangkok e tal.
    Não levávamos todo o dinheiro conosco não, deixávamos no cofre do hotel (quando tinha) e na falta dele, deixávamos em algum esconderijo no quarto ou na mochila rs. Compramos uma bag impermeável e corríamos para os passeios aquáticos. Essa bag compramos lá mesmo e pagamos cerca de R$35,00 (reais), mas você encontra facilmente aqui no Brasil, com um preço mais elevado lógico.
    Nos deixe uma mensagem no insta para seguirmos você, queremos acompanhar fotos dessa viagem 🙂
    O sudeste asiático é apaixonante demais!!!

  • Compensa ficar esses dias em Railay e Phi Phi, pois descansa da correria dos dias anteriores… No Camboja como vc mesmo destacou, anda muito é bem cansativo. Railay é um paraíso e se ficar por último no roteiro da para passar um dia em Ao Nang é super legal a estrutura por lá, encontra-se de tudo e os valores são bem mais em conta do que em Railay. Pertinho de Railay também tem a Ton Say (essa dá para ir caminhando ou de Caiaque). Aproveita para conhecer as ilhas próximas, através dos passeios. Tem a Koh Poda que é foda demais rs, muito bonita. E um segredinho, se quiser mergulhar com os planktons basta ir até a praia Phra Nang Beach, dá pra ir caminhando super de boa à noite. Alugue ou compre um snorkel e seja feliz. Pagamos super caro em um passeio de alguns minutos de mergulho com os Planktons, quando chegamos reconhecemos a praia e quase infartamos rs.
    Também ficamos tentados a ir em Koh Samui, mas ficaria muito corrido, já que o tempo de deslocamento é grande por ônibus e ferry, e mesmo de avião passaríamos em bangkok e tal.
    Não levávamos todo o dinheiro conosco não, deixávamos no cofre do hotel (quando tinha) e na falta dele, deixávamos em algum esconderijo no quarto ou na mochila rs. Compramos uma bag impermeável e corríamos para os passeios aquáticos. Essa bag compramos lá mesmo e pagamos cerca de R$35,00 (reais), mas você encontra facilmente aqui no Brasil, com um preço mais elevado lógico.
    Nos deixe uma mensagem no insta para seguirmos você, queremos acompanhar fotos dessa viagem 🙂
    O sudeste asiático é apaixonante demais!!!

  • Marcel Luiz Arantes

    Obrigado pessoal, a ajuda de vcs foi demais!! A planilha então, facilita muito!! Pode deixar que sigo vcs lá!!
    Uma ultima perguntinha hehehe
    Li muito sobre Koh Lipe, e fiquei tentado a ir la…. mas pra não ficar tão corrido talvez tenha que tirar Ayutthaya do roteiro. Ohhh dúvida cruel!!!
    Gde Abraçoooo

  • Opa! Valeu demais! Fazemos as planilhas para facilitar para outros viajantes.
    Olha só, é uma decisão cruel… A Nathi trocaria fácil Ayutthaya por Koh Lipe com as águas mornas e cristalinas! Já o Wlad que não gosta muito de praia iria para Ayutthaya rsrs.
    Qualquer uma das decisões será ótima, pois tudo por lá vale a pena… Na verdade teríamos que ter pelo menos 6 meses pela Tailândia para aproveitar tudo que esse país oferece!!!